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Mesmo na crise, indústria de games cresce e oferece oportunidades de emprego

 
Produção: Léo Rodrigues / Reportagem: Thais Araujo | 24/12/2015 Notícia veiculada pela TV Brasil / Repórter Rio e Repórter Brasil

Uma pesquisa desenvolvida pela USP e patrocinada pelo BNDES apontou que a produção de jogos digitais é uma atividade com elevado potencial de geração de trabalho e renda que pode crescer a taxas mais elevadas que a média da economia nacional.

Alunos da escola RedZero transformaram a repórter Thais Araujo numa personagem de game | Imagem: TV Brasil

No início de novembro, o mercado foi surpreendido pela notícia de que a King, empresa responsável pelo propalado jogo de celular "Candy Crush", havia sido comprada por US$ 5,9 bilhões pela empresa americana Activision Blizzard. As altas cifras envolvidas no negócio comprovam o poder do mercado de games. Nos EUA, um estudo da Associação de Software e Entretenimento (ESA) mostrou que, em 2014, os empregos na indústria norte-americana de videogames tiveram crescimento de 9%, enquanto o avanço de postos de trabalho em todo o país foi de apenas 0,72%.

No Brasil, uma pesquisa desenvolvida pela USP e patrocinada pelo BNDES buscou elencar algumas propostas para permitir o desenvolvimento da indústria nacional, tendo em vista que se trata de um mercado altamente competitivo a nível global. Segundo o estudo, que pode ser acessado aqui, a grande maioria das empresas brasileiras do setor ainda está em estágio inicial de suas atividades: 73,4% tem até 5 anos, 18,3% tem entre 6 a 10 anos e apenas 8,3% possuem mais de 10 anos. A pesquisa também aponta que a produção de jogos digitais é uma atividade com elevado potencial de geração de trabalho e renda que pode crescer a taxas mais elevadas que a média da economia.

No entanto, para ser competitivo, o mercado brasileiro precisa contar com a mesma arma de países que investem no setor: um conjunto estruturado de políticas públicas. Entre as propostas apresentadas, estão o incentivo à criação de cursos que capacitem mão de obra qualificada, a criação de linhas de créditos específicas para esta indústria e o acesso ao financiamento que possibilite o crescimento das empresas. Com as políticas atuais, empresas de micro e pequeno porte não se qualificam para obter diretamente créditos junto aos bancos oficiais.

Apostando na capacitação, a Full Sail University, universidade referência em computação gráfica sediada na Flórida, decidiu investir no Brasil. A instituição dos EUA de ensino se uniu a empresários brasileiros para fundar uma escola de criação de games, a Redzero, que oferece cursos de especialização para jovens e adultos.

- Confira a matéria da TV Brasil, com produção de Léo Rodrigues e reportagem de Thais Araujo:

 

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Léo Rodrigues

Repórter da Agência Brasil, formado em Comunicação Social pela UFMG em 2010. Ex-jornalista da TV Brasil e do Portal EBC, onde também atuou como editor de esportes. Diretor de documentários cujo foco de interesse é a cultura popular, entre eles os longas "Aboiador de Violas" e "Pra fazer carnaval mais uma vez". Saiba mais

 

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